A Guerra Civil de Angola


I – INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem como tema “Análise de confito angolano entre a UNITA e o Governo de Angola 1975-2002”. Este conflito iniciou no período pós independência mas teve alguns antecedentes em vésperas da independência nacional, 11 de Novembro de 1975.


Para Hodges, as origens do conflito armado angolano não estiveram especificamente relacionadas com a existência de petróleo ou de outros recursos naturais. As suas principais causas foram “a natureza do colonialismo português, sobretudo por não ter preparado uma transição estável para a independência, e o desenvolvimento de movimentos nacionalistas rivais com origens etno-regionais diferentes.

1.     1 - CONTEXTO  
O conflito angolano foi motivado por factores internos, tendo em conta a diminuição do envolvimento externo no conflito angolano após o fim da Guerra Fria e o desmantelamento do sistema de Apartheid na África do Sul. Este conflito não teve nenhuma base social real e mesmo em termos de etnicidade, nem motivações ideológicas consistentes, pelo menos desde o abandono do marxismo-leninismo pelo MPLA.

De uma forma geral foi motivada sobretudo, por  ambição pessoal, pela suspeição mútua e pelo objectivo de tomar ou manter o controlo do Estado e dos recursos naturais.

Os factores externos que teram contribuido neste conflito foi a intervenção de outros país como Cuba e URSS que foram aliados do governo angolano para garantir a soberania e ataques externos que foram efectuada pela África do Sul, na era do Apartheid.

Angola é um país rico em recursos naturais como diamantes, gás natural, petróleo e outros, mas também foi palco das rivalidades geopolíticas da Guerra Fria e pela determinação do regime racista da África do Sul em impedir o apoio angolano aos nacionalistas da Namíbia[1].

Por sua vez, a África do Sul fez pactos e alianças de interesses com a UNITA e a FNLA, invadiu o Sul de Angola em Agosto de 1975. E no Norte foi o exército zairense, com o apoio da FNLA. Os EUA apoiaram clandestinamente a UNITA e a FNLA, para contrabalançar a ajuda militar soviética ao MPLA. Em resposta à invasão sul-africana, Cuba enviou milhares de soldados para Angola, a partir de Outubro de 1975[2]. Nos poucos meses que se seguiram, os cubanos ajudaram o MPLA a ganhar o controlo de todo o país. Todavia, o grande impulso para sanar o conflito tenha sido originado por alterações nesse ambiente externo, que começaram a nível internacional e regional, em finais da década de 1980.
1.2  – Objectivo geral
Ø  Analisar o conflito entre a UNITA e o Governo de Angola

1.3  – Objectivos específicos
Ø  Identificar as causas do conflito militar;
Ø  Conhecer as partes envolvidas no conflito;
Ø  Indicar as consequências do conflito.

1.4  - Metodologia
Para a realização deste trabalho foi feita a revisão bibliográfica de jornais online, manuais, pesquisa na internet, elaboração do relatório final e conclusão do estudo
1.5  Estrutura de trabalho
Este trabalho está estruturado em quatro secções, excepto a introdução. A primeira secção trata da questão do problema de conflito, a segunda aborda sobre as partes que estiveram envolvidas, a terceira secção faz-se a identificação das causas do conflito e finalmente fala sobre as consequências do conflito entre a UNITA e o Governo de Angola.

I.                   SECÇÃO
1.      PROBLEMA DO CONFLITO
O principal problema do conflito entre a UNITA e o Governo de Angola foram as políticas externas dos EUA e da URSS. Os EUA sempre defenderam o capitalismo como via de desenvolvimento de todos os países e criar parcerias em todas as conjunturas enquanto a URSS era defendora do campo socialista. Angola, já independente, implementou o Socialismo e combateu os dois movimentos libertadores, a UNITA e MPLA defensores do capitalismo e pluralismo político. Para além disso, a disputa de poder alguns meses antes da independência de Angola, entre a UNITA e o Governo Angola. Por isso, o MPLA expulsou os militares da UNITA no quartel General em Huambo, estes juntaram-se com os alguns descontentes os Ovimbundu, população de centro e Sul de Angola. Assim os rebeldes multiplicaram em todo o país.

II.                SECÇÃO
2.1  - Partes do conflito
Este conflito foi movida por factores endógeneos (internos) e exógeneos (externos) motivados por ambições políticas e económicos, por isso, as questões etno liguística e culturas não ganham muito relevo embora tenha havido algumas ficções etnoliguísticas.
2.1.1        - Partes Primarias
O Governo de Angola (MPLA),  União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) e Frente Nacional para Libertação de Angola (FNLA).



2.1.2        - Partes Secundarias
De um lado os actores secundário deste teatro de guerra são países da Linha da Frente (Moçambique, Zâmbia, Tanzânia e  Malawi), os países não-alinhados, países sob orientação e os Estados da socialistas que directamente, sempre apoiavam o Governo angolano, militar e materialmente, através de logísticas. Por outro lado tínhamos a Africa do Sul e ex. Zaire de Mobutu Sese Sekou que apoiavam a UNITA e FNLA no enclave de Cabinda.
2.1.3        - Partes Terceárias
Cuba enviou militares para o Sul de Angola para fazer face a invasão fracassada da África do Sul, a partir daí, os cubanos passaram a treinar a força angolana.
O Estado da Zâmbia sempre disponibilizou o seu território para as negociações que pudessem conduzir até ao processo da paz em Angola. Os EUA defensores do capitalismo, também mostraram a vontade de ver Angola livre do socialismo para por em pratica os seus interesses e estabelecer laços económico, por isso, apoiou as negaciações.
Entre 1998 e 2002, periodo de guerra, as igrejas angolanas contribuiram, no sentido de garantir a paz e a reconciliação nacional.

III.             SECÇÃO
3.1  – Causas de conflito
Segundo Heywood (2000) as relações do MPLA com a etnia kimbundo e da UNITA com a ovimbundo foram factores complicadores da construção da unidade nacional em Angola. Se a questão fosse simplesmente a de alinhamento político, não existiriam razões para apelar para o enfrentamento armado, já que FNLA, UNITA e MPLA reivindicavam-se socialistas quando da obtenção da independência de Angola.

Ross (2002: 2-5), por seu turno, explica que a dependência dos recursos naturais promove a guerra civil de quatro formas: (1) prejudicando a performance económica do país, na medida em que reduz o crescimento e aumenta a pobreza; (2) tornando o Governo mais fraco, corrupto e menos responsável; (3) dando às populações dessas regiões um incentivo para formar um estado independente; (4) financiando os movimentos rebeldes. No caso de Angola, o petróleo foi a fonte do Governo para financiar a guerra, enquanto os diamantes financiaram a acção da UNITA. Porém, a influência dos recursos naturais em Angola não terá sido sempre linear.

Será também importante referir a questão da corrupção política, associada à existência de recursos naturais. Segundo o WORLD BANK (2003b: 6), “o acesso privilegiado a contractos do Estado, agências reguladoras, parcerias estrangeiras, infra-estruturas de saúde e educação de elite, bens estatais privatizados e o crédito subsidiado e a moeda estrangeira, enriqueceram alguns à custa de muitos”.

Esta situação, acima citada terá provocado uma ineficaz alocação dos recursos, elevados níveis de consumo e um clima de negócio marcado pelo favoritismo, pelas transacções associadas e por outro tipo de práticas não transparentes e distorcidas.

Contudo, a questão etnolinguística foi ultrapassada durante o conflito, ora vejamos, o petróleo foi uma fonte muito importante para financiar a guerra pela parte de Governo enquanto os diamantes finaciavam a guerra pela parte da UNITA de Jonas Savimbi. Isso fez com que os próximos dos recursos naturais ficassem cada vez mais ricos e a população estava mergulhada numa pobreza extrema, por isso mesmo, Angola fazia parte dos países mais pobres do mundo durante o conflito armado entre a UNITA, FNLA e o Governo de MPLA.

Politica e militarmente, o conflito manifestava-se de forma violenta através da guerra. A guerra continuava a alastrar por todo o território. A UNITA e a FNLA juntaram-se então contra o MPLA.
A UNITA com exército rebelde mais forte em Angola foi expulsa do seu quartel-general no Huambo. As forças da UNITA ficaram dispersas e espalhadas pelo país, sobretudo no Centro e Sul do país. A UNITA reagrupou-se, iniciando uma guerra longa e devastadora guerra civil contra o governo do MPLA. A UNITA tinha como objectivo combater o comunismo e apoiar a política capitalista (pró-ocidental). Para tal, na região centro e Sul, tinha também, raízes regionais, principalmente na população Ovimbundu.
No início da década de 1980, o Governo da África do Sul lançou uma campanha militar no sul de Angola, justificando que a sua acção visava atacar as bases militares dos guerrilheiros da SWAPO, o movimento de libertação da Namíbia. Portanto, o número de mortos e refugiados não parou de aumentar. As infra-estruturas do país eram consecutivamente destruídas. Os ataques da África do Sul não paravam. Em Agosto de 1981, lançaram a operação "Smokeshell" utilizando 15.000 soldados, blindados e aviões, avançando mais de 200 km na província do Cunene (Sul de Angola). Na realidade tratava-se de uma acção de apoio à UNITA, tendo em vista a criação de uma "zona libertada" sob a sua administração. Estes conflitos só terminaram em Dezembro de 1988, quando em Nova Iorque foi assinado um acordo tripartido (Angola, África do Sul e Cuba) que estabelecia a Independência da Namíbia e a retirada dos cubanos de Angola.
A guerra civil angolana não teve o carácter de guerra urbana e nem de “guerra de procuração”, ao estilo do que acontecia em várias partes do globo neste período que era de Guerra Fria. Só teve carácter urbano quando a UNITA conseguiu ocupar algumas cidades do interior na década de 1990.

A nível internacional, o presidente Michael Gorbachev, da ex. URSS começou a pôr fim ao dispendioso envolvimento em guerras civis no Terceiro Mundo. Ainda que a África do Sul, em finais dessa década, estava interessada em afastar-se do conflito armado angolano. Mas o primeiro passo concreto em direcção ao desengajamento das potências externas foi dado em Dezembro de 1988, quando Angola, Cuba e África do Sul assinaram os Acordos de Nova Iorque, nos termos dos quais Cuba se comprometeu a retirar as suas tropas de Angola, com as contrapartidas de uma retirada sul-africana do Sul do país e de eleições na Namíbia supervisionadas pela ONU[3].
A nível interno, depois dos Acordos de Nova Iorque de 1988, o presidente angolano, José Eduardo dos Santos e da UNITA, Jonas Savimbi deram sinais de estarem prontos para procurarem uma solução política, mas as várias tentativas efectuadas para conseguir a mediação entre ambos saíram frustradas depois das eleições gerais realizadas em Angola que foram manchadas de fraudes e perseguições.
No segundo período de guerra civil, que iniciou após as eleições de 1992, a relação entre o uso das divisas do petróleo para financiar as Forças Armadas Angolanas, e do contrabando de diamantes para sustentar a UNITA, tornaram-se manifestas. Nesse período, porém, principalmente após o Acordo de Lusaka, Savimbi perde o restante do crédito internacional que ainda mantinha (Cooke, 2002).

A terceira foi da ordem económica. No final da década de 1980 e início da seguinte, a exploração de petróleo em Angola começa a trazer dívisas para o país. Os resultados da SONANGOL – estatal do petróleo Angolano – começam a interessar a comunidade político-económica mundial, incluindo os EUA (Idem).


3.2  - Resolução do Conflito
A guerra civil angolana foi antecedida de muitos contactos feitos fora e dentro de Angola. Numa primeira tentativa foi a Conferência de Gbadolite, realizada a 22 de Junho de 1989 no Zaire, actual RDC, na presença de dezoito (18) Chefes de Estados Africanos, a cimeira para a Paz em Angola, contou com um convidado especial, Jonas Malheiro Savimbi, ex. presidente da UNITA. É no entanto nesta Cimeira que “se tomou a decisão de impor um cessar-fogo que entraria em vigor dois dias depois, em 24 de Junho de 1989.

A Conferência de Gbadolite teve resultados positivos como sendo que a mesma permitiu o primeiro encontro entre o presidente do MPLA e do Governo da República de Angola  e o líder da UNITA, após a ruptura deste último com o presidente Agostinho Neto em 1975, abriu igualmente o processo das negociações entre o Governo de Angola e a UNITA o que  permitiu criar uma imagem positiva do Presidente José Eduardo dos Santos nos EUA, na Europa e na África como uma personalidade de diálogo e reconciliação nacional, e por fim, criou igualmente uma boa imagem ao Dr. Savimbi, transmitindo a ideia de que o problema de Angola passa num diálogo directo entre as duas partes. Contudo, as negociações não progrediram por falta de uma agenda concordante, isto é, a UNITA queria discutir assuntos políticos e o Governo angolano insistia sobre o cessar-fogo.

No ponto de vista de Malaquias, “a falha de Acordos de Gbadolite rondou em torno da questão de quem disse o quê e quando. [Também foi] mal planificada pouco antes da viagem de Mobutu aos EUA”[4]. Todavia, face as constantes violações do cessar-fogo de Gbadolite e as grandes proporções que o conflito armado foi tomando, o Governo americano decidiu envolver-se directamente para encontrar uma nova plataforma para as negociações de paz em Angola e é assim que no dia 2 de Novembro de 1989 chega à Luanda, capital de Angola, o subsecretário Adjunto americano para os Assuntos Africanos, Warren Clark[5]. Com efeito, esta iniciativa americana foi um prelúdio da transferência das negociações de Kinshasa para Portugal sob mediação do Governo Português.

A década de noventa assistiu à multiplicação inédita de operações de paz conduzidas pela ONU, nesta não só ressaltam os aspectos quantitativos, como a mudança de perfil das operações. De referir que o fim da Guerra Fria veio permitir a resolução de conflitos regionais que estavam muito influenciados pela lógica bipolar. Assim a ONU passou a ser encarada como o actor privilegiado no apoio à implementação de processo de paz. Desta feita, o aumento considerável de pedidos de intervenção desta Organização para resolver conflitos teve duas consequências, nomeadamente “aumentou a visibilidade e a esperança depositada no papel da ONU na resolução dos conflitos e provocou uma gradual alteração entre os conceitos que sustentavam as intervenções e o trabalho de facto exigido no terreno[6].

A UNITA, desgastada pelas relações que manteve com o regime de apartheid da África do Sul e isolada pela cessação do apoio dos EUA às suas acções após o fim da Guerra Fria, começa conversações de paz com o governo do presidente Santos de Angola. O que foi chancelado em maio de 1991, com intermediação de Portugal, pelos Acordos de Bicesse. No conteúdo deste acordo, constava o cessar-fogo, a incorporação das forças beligerantes às Forças Armadas Angolanas e a marcação de eleições livres para o ano seguinte, sob supervisão das Nações Unidas e das forças de paz da ONU (Malaquias, 2002).

Com a paz, Angola vem passando por um recente período de desenvolvimento e, para continuar nesse caminho, precisa manter-se assim. As condições para melhoria de vida da população estão postas, mesmo com a desfasagem de longos anos. Os desafios que se impõe à sociedade civil angolana são enormes, da ordem da construção da democracia e do fortalecimento das instituições. Importante ferramenta é a valorização da cultura local, especialmente a partir de políticas públicas que respeitem e reconheçam as diferenças da sua sociedade, aproximando governo e comunidade.






CONCLUSÃO
Feito trabalho concluiu-se que a guerra civil angolana teve factores externas e internas. As ambições pessoais também, desencadearam-na, pois Angola é um país rico em recursos naturais, a favor de uma minoria. No entanto, os antecedentes da guerra estão relacionadas com a expulsão de muitos militares da UNITA no quartel general de Huambo, o que fez com que se juntasse com os outros e população de centro e Sul do país, Ovimbundu, maior grupo etnolinguístico que marcaram o país de acções de violência física.

Para travar este conflito, as Igrejas, as partes envolvidas na guerra desempenharam muito contributo para o fim da guerra civil angolana embora tenha havido muitas violações dos acordos de paz assinados. Assim, muitas cartas foram publicadas durante esse período e dentre elas destacam-se o primeiro durante o período da Conferência de Gbadolite, no ex. Zaire, na literatura eclesial dois temas foram o centro: os comentários a favor da democracia e a análise das causas da guerra. Quanto ao primeiro e que merece aqui a nossa análise, a AEA e o CICA, felicitaram o Presidente Angolano por assegurar a paz para Angola e de ter praticado a política de perdão. Por sua vez, a CEAST, defendeu que o diálogo da reconciliação já iniciado está na linha da democracia que deve continuar a construir e a consolidar a paz no meio do povo angolano; o segundo nos Acordos de Bicesse, em Estoril, Portugal que durou até as primeiras eleições em Angola, quatro foram os temas centrais de análise e que muito contribuíram no sentido de manter-se um clima de paz. É assim que neste período histórico a literatura eclesiástica centrou-se com a democratização; os meios de comunicação social; a necessidade da educação eleitoral e por fim os assuntos militar e no terceiro período correspondeu a realização das eleições de 1992 ao Protocolo de Lusaka, surge em Angola mais um caos da guerra e maior contributo teve a CEAST, visto que nesse período tanto a AEA como o CICA quase nada publicaram 346 e no quarto e quinto períodos correspondem ao Protocolo de Lusaka à Guerra de 1998, o contributo eclesial a favor da paz foi nas seguintes áreas: a necessidade de uma acção concreta para se consolidar a paz; a democratização; a construção de uma cultura de paz; a redefinição do conflito e os meios de comunicação social e o retorno à guerra em 1998 ao memorandum de Luena, foi bastante positivo para as Igrejas angolanas pelo facto de que as mesmas procuram dessa vez caminharem juntas quando então decidiram ter uma visão ecuménica organizada em favor da paz


Referências Bibiográficas

1.      ANTÓNIO, Pires Nunes (2010). “A Guerra em Angola”, in Vários, Revista A Academia Militar e a Guerra de África, Prefácio, Lisboa.

2.      ANSTEE, Margareth Joan (1997), Órfão da Guerra Fria: Radiografia do Colapso do Processo de Paz Angolano 1992-1993. 1ª Edição. Porto: Editora Campo das letras.

3.      COMERFORD, Michael G (2005), O Rosto Pacífico de Angola: Biografia de Um Processo de Paz (1991-2002). Luanda.

4.      COOKE, Jeniffer G. (2002), Angola’s Agony. SAIS Review, vol. XXII, n. 1, winter-spring, pp. 235 – 239.

5.      HEYWOOD, Linda, (2000), Contested Power in Angola: 1840s to the present. Rochester: University of Rochester Press.

6.      HODGES, Tony (2002), Angola: Do Afro-Estalinismo ao Capitalismo Selvagem. 1ª Edição. Cascais: Editora principia.

7.      MALAQUIAS, Assis (2002), Peace operations in Africa: preserving the brittle state? Journal of Internationial Affairs, New York, vol. 55, n. 2, spring, pp. 415 – 440.

8.      ROSS, Michael (2002), Natural Resources and Civil War: An Overview with Some Policy Options. Draft Report Prepared for Conference on “The Governance of Natural Resources Revenues” sponsored by the World Bank and the Agence Francaise de Developpement,

9.      SANTOS, Daniel dos (2001), Economia, democracia e justiça em Angola: o efêmero e o permanente. Estudos Afro-Asiáticos, ano 23, n. 1, pp. 99-133

10.  VALENTIM, Jorge Alicerces (2010), Caminho para a Paz e Reconciliação Nacional: De Gbadolite a Bicesse (1989-1992). 1ª Edição. Luanda: Edições Mayamba,.

11.  WORLD BANK (2003b), “Country Brief - Angola”, The World Bank Group, acessado a 18 de Abril de 2018 online em: www.worldbank.org/afr/ao/ctry_brief.htm

internet
Branco, Luís Castelo (2003), As Missões da ONU na África Austral: Sucessos e Fracassos. Nação e Defesa [Em linha]. nº 105 p. 83. [Consult. 15 Fev. 2018]. Disponível online em Ç :http://www.http://comum.rcaap.pt/bitstream/123456789/1401/1/NeD105_LuisCasteloBranco.pdf  





[1] Hodges, 2002, op. cit., p. 26-27
[2] Hodges, 2002, op. cit., p. 26-27
[3] Idem: 28.
[4] Malaquias apud Comerford, Michael G (2005), O Rosto Pacífico de Angola : Biografia de Um Processo de Paz (1991-2002). Luanda :, p. 27.  
[5] Idem: 78
[6] Cf., Branco, Luís Castelo (2003), As Missões da ONU na África Austral: Sucessos e Fracassos. Nação e Defesa [Em linha]. nº 105, p. 83. [Consult. 15 Fev. 2018]. Disponível online em :http://www.http://comum.rcaap.pt/bitstream/123456789/1401/1/NeD105_LuisCasteloBranco.pdf   

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